quinta-feira, 21 de outubro de 2010

SÍNDROME DE DOWN.

.............Sue Beckley, professora da Universidade de Portsmuth; começou nos anos 80, a investigar um método de leitura para as crianças com Síndrome de Down. Ela constatou que essas crianças eram capazes de aprender a reconhecer as palavras aos 30 mêses de idade, e que a leitura também as ajudaria a desenvolver sua linguagem e a área coognitiva.
Na Espanha, são vários os programas que tem surgido de leitura precoce.( mais informações no site( Mitos e verdades sobre a Síndrome de Down).

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Seja Voluntário!


Tire aquele velho plano da gaveta, AJUDE! Há milhares de pessoas por aí cujo maior presente seria um pouquinho da sua atenção e do seu carinho.

Seu currículo precisa dessa experiência!

Mais informações: vivendosaberes@hotmail.com


terça-feira, 29 de junho de 2010

Acredito na inclusão como solução e não como obrigação.

Cada vez mais estamos ajudando a quebrar as barreiras existentes na sociedade contra os ditos¨deficientes¨; a sociedade em si é desafiada a abrir as portas a essas pessoas que, como nós, consideradas normais, têm capacidade para realizar performances e até superar seus limites, realizando o inacreditável.

Compreendendo-se que, a inclusão é um processo histórico de construção coletiva; diríamos que a educação tem um papel importante na defesa e acesso aos direitos sociais, o debate em torno da proposta de educação inclusiva tornou-se um tema e um movimento constante no meio educacional, que tem proporcionado novas relações entre a escola e família mas não o suficiente para esgotar os medos e expectativas que muitos educadores carregam no intimo, estes medos tornam-se evidentes sempre que um aluno com necessidades especiais adentra em sala de aula. Mas, se a identificação em si já é problemática, os maiores problemas resultam da falta de habilitação do pessoal docente e da precariedade de condições das escolas em lidar com esse alunado, portanto a maioria considera ¨muito difícil¨, as vezes mesmo impossível, trabalhar com esses alunos. Diante das dificuldades de tal enfrentamento, alguns chegam a afirmar que seria mais producente que esses alunos em vez de procurarem a escola permanecessem em casa ou em clinicas especializadas.

Já que é uma obrigação da escola oferecer uma educação de qualidade para todos, é urgente que o processo de inclusão se torne uma realidade em todas as nossas escolas, que o professor que se sente despreparado, procure aperfeiçoar-se com cursos de formação que lhe permita ter consciência e clareza das problemáticas com que se defronta as escolas. E com certeza é preciso incorporar a atitude e se importar de verdade, pensando de maneira mais inclusiva no universo das pessoas com deficiência. Esperamos que as pessoas consigam enxergar o quanto a diversidade pode ser saudável e enriquecedora e que nós podemos fazer a diferença sim! Basta só um olhar de respeito e amor.